História:

Joaquim Egídio é um dos distritos pertencentes à cidade de Campinas, no estado de São Paulo. Seu nome é em homenagem a Joaquim Egídio de Sousa Aranha, marquês de Três Rios. Localizado a cerca de 15 km do centro da cidade, é o mais distante e rural dos distritos, sendo que nos últimos anos, tem tido um grande aumento populacional em função dos condomínios fechados. Tem no turismo uma importante fonte de renda. É nele que está localizado o Observatório Municipal de Campinas Jean Nicolini.

O acesso é feito pelas rodovias Doutor Heitor Penteado, a partir do centro de Campinas e Rodovia Dona Isabel Fragoso Ferrão, a partir do km 122 da Rodovia D. Pedro I, sendo essa última alternativa de acesso não pavimentada.

Fonte: wikepédia

https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Egídio

 

Estação de Joaquim Egídio.

Foto gentilmente cedida pelo site: https://www.campinasvirtual.com.br/

 

Estação das Cabras.

Foto gentilmente cedida pelo site: https://www.campinasvirtual.com.br/

Laranjal… São Luciano… Joaquim Egídio…

Nogueira, nascido na então Vila de São Carlos (Campinas) em 1803, era filho do sargento-mor Joaquim José Teixeira e de D. Angela Izabel Maria de Sousa. Casou-se duas vezes: a primeira, em 1820, na Vila de São Carlos, com Francisca de Paula Ferraz, sua sobrinha, tendo 18 filhos. Após sua morte, Nogueira casou-se em 1852, na já cidade de Campinas, com Joaquina Augusta Nogueira, tendo mais 16 filhos neste segundo matrimônio.

No campo político, o Major era conhecido por seus ideais liberais, tendo exercido o cargo de vereador, entre os anos 1833-36 e um segundo mandato entre 1845-48, e participado do movimento liberal de 1842 a favor de Feijó. Nogueira também ocupou posto na Guarda Nacional, substituindo o Major Joaquim Quirino (pai de Bento Quirino) no cargo de Comandante da corporação.

Eminente senhor de engenho, possuía grande quantidade de terras: era proprietário da Fazenda Chapadão, herdada de seu pai, de produção de açúcar. O engenho foi um dos pioneiros da indústria cafeeira na região e, segundo Celso Maria Puppo, Nogueira também fundou a Fazenda Laranjal, de produção cafeeira, em cuja sede hoje se encontra a parte urbanizada de Joaquim Egídio. Em homenagem ao Major, que falecera em 1884, a vila passou a chamar São Luciano.

Mas o nome atual do distrito se refere a uma outra personagem importante de nossa comunidade, cuja lembrança ficaria cunhada na memória local. Joaquim Egídio de Sousa Aranha, o Marquês de Três Rios, era grande proprietário rural, possuindo na região a Fazenda Sertão, antiga sesmaria de Antônio da Cunha Raposo Leme. A propriedade foi adquirida pelo Marquês em 1885 e lhe pertenceu até seu falecimento, em 1893, deixando-a para seus netos – filhos de Carlos Egídio de Sousa Aranha – então já falecido. O Marquês de Três Rios doou terreno para construção da capela de São Joaquim, ainda no século XIX, e foi seu neto, Joaquim Egídio de Sousa Aranha Neto, conhecido como o “marquesinho”, que ergueu a capela e doou o terreno para a estrada ferro (a antiga “Cabrita”). O nome da vila – Joaquim Egídio – passou, portanto, a ser utilizado como homenagem ao “marquesinho”.

Somente em 1958, através do Decreto de Jânio Quadros, a vila transformou-se em Distrito, tendo como municípios vizinhos Valinhos, Itatiba, Morungaba e Pedreira e fazendo limite com Sousas e Atibaia.

* Texto publicado no Jornal Local em 8 de junho de 2006

Fauna e Flora do distrito:

Conheça um pouco mais sobre o distrito de Joaquim Egídio.
Com fauna e flora privilegiadas numa paisagem marcada por serras e morros, o distrito de Joaquim Egídio conta com 250 espécies de aves, 68 de mamíferos, 45 anfíbios e 40 de répteis.
Em suas matas há macacos, tatus, tucanos, maritacas, capivaras e sabiás, além de animais ameaçados de extinção como jaguatirica, suçuarana, sagui, lontra e paca. 
Neste distrito acham-se preservadas, também parte das antigas fazendas de açúcar e café, que configuraram o município como Centro do Complexo Cafeicultor Paulista.
Além das fazendas, um núcleo urbano ( antigo arraiai) continua a manter arruamentos e casarios das últimas décadas do século 19, monumentos remanescentes( estação, ponte,instalações) do antigo Ramal Férreo Campineiro – a ‘’Cabrita’’, estrada de ferro criada em 1889 e substituída em 1918 por bondes elétricos, que perduraram até 1956.
Hoje, seu leito abriga um caminho de laser entre os distritos de Joaquim Egídio e Sousas.
São locais muito visitados, principalmente aos finais de semana, pela variedade de atividades e pelo clima bucólico. 
Fonte: Revista Metrópole.
 

As maravilhas do Pico Das Cabras, em Joaquim Egídio.

No meio da plantação de Eucalipto , a enorme piscina de propriedade particular da Fazenda São Pedro.

Dizem que antigamente era usada como reservatório de água. Hoje ela e conhecida como Piscina dos Deuses!

Texto e fotos: Elaine B. Guernelli

 

Gastronomia:

A boa comida e o atendimento de excelência nos bares e restaurantes são o nosso estandarte. Os pratos são confeccionados com o maior cuidado, tanto a nível das medidas de higiene, como ao nível do sabor, textura e apresentação. 

Aqui encontra os melhores exemplos da fusão gastronômica.

 

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